Nogueira Inc.

Nogueira Inc. Aqui estão os principais aspectos envolvidos nesse processo:

1. Ensaios de Corrosão: Te**es de ácido para identif**ar metais como ouro, prata e platina.

2.

A avaliação de artigos com metais preciosos e materiais gemológicos é um campo especializado que envolve a análise e a autenticação de joias, pedras preciosas e objetos feitos de metais preciosos. Identif**ação de Metais Preciosos
Análise de Pureza: Determina a quantidade de metal precioso presente em uma liga. Métodos como a espectrometria de fluorescência de raios X (XRF) e a análise química via

copelação (para ouro) são comuns. Marcas de Ensaiadores: Verif**ação de marcas de punção que indicam a pureza e a origem do metal. Avaliação de Gemas
Identif**ação de Gemas: Utiliza microscopia gemológica, refratômetros, espectroscopia, e outros equipamentos especializados para identif**ar o tipo e a autenticidade da gema. Classif**ação de Gemas: Inclui a análise de cor, clareza, corte e quilates. Estes fatores determinam a qualidade e o valor de uma gema. Tratamentos de Gemas: Identif**ação de tratamentos aplicados às gemas, como aquecimento, radiação, ou preenchimento de fraturas, que podem afetar seu valor.

3. Avaliação de Joias
Design e Fabricação: Avaliação da qualidade do design e da técnica de fabricação. Joias feitas à mão ou com técnicas tradicionais podem ter um valor maior. Condições e Desgastes: Inspeção de danos, desgaste e a necessidade de reparos que podem influenciar o valor da peça. Proveniência e História: Peças com uma história signif**ativa ou de um designer famoso podem ter um valor substancialmente maior.

4. Equipamentos Utilizados
Microscópio Gemológico: Para inspeção detalhada de gemas. Refratômetro: Para medir o índice de refração de gemas. Espectroscópio: Para analisar o espectro de luz emitido ou absorvido pelas gemas. Dureza Mohs: Teste de dureza para identif**ar minerais. Balança de Precisão: Para pesar joias e gemas com alta precisão. Lupa de Joalheiro: Para uma inspeção inicial de gemas e joias.

5. Certif**ação
Certif**ados Gemológicos: Emitidos por laboratórios reconhecidos, como GIA, AGS, IGI, entre outros, para confirmar a autenticidade e a qualidade de gemas. Certif**ados de Metal: Verif**ação e certif**ação da pureza de metais preciosos, frequentemente acompanhada por relatórios de laboratórios de ensaios.

6. Mercado e Avaliação
Preços de Mercado: Acompanhamento das flutuações nos preços dos metais preciosos e gemas no mercado global. Leilões e Vendas: Avaliação baseada em preços recentes de leilões e vendas de peças semelhantes.

7. Considerações Éticas
Origem Ética: Verif**ação da origem ética dos materiais, especialmente em relação a diamantes e metais para garantir que não vêm de zonas de conflito. Sustentabilidade: Consideração do impacto ambiental e práticas de mineração sustentável. Avaliar artigos com metais preciosos e materiais gemológicos exige uma combinação de habilidades técnicas, conhecimento de mercado e um entendimento profundo das práticas de certif**ação e autenticação. É uma profissão que requer constante atualização, dado que as técnicas e os padrões podem evoluir rapidamente.

O ouro está caro mas ainda vai a tempo de entrar no comboio.Já diz o provérbio que “nem tudo o que luz é ouro, nem tudo ...
30/09/2024

O ouro está caro mas ainda vai a tempo de entrar no comboio.

Já diz o provérbio que “nem tudo o que luz é ouro, nem tudo o que alveja é prata”. Mas, nos mercados, o brilho dos metais preciosos aponta como tiro certeiro o investimento nestes dois ativos. E ainda vai muito a tempo.

"O ouro é dinheiro. Tudo o resto é crédito". A frase é do banqueiro norte-americano John Pierpont Morgan - mais conhecido como J.P.Morgan, que é também o nome do banco de investimento que fundou - e foi proferida há mais de 100 anos, mas está, mais do que nunca, muito atual. Por mais que o metal amarelo possa depreciar-se, como qualquer outro ativo, é um valor que beneficia sempre quem o tem em mãos - até porque, ao contrá
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Investing.com - Os Futuros de Ouro subiram durante a sessão asiática na quinta-feira.Na divisão Comex da Bolsa Mercantil...
26/09/2024

Investing.com - Os Futuros de Ouro subiram durante a sessão asiática na quinta-feira.

Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York, Os Futuros de Ouro em Dezembro foram negociados na entrega a US$ 2.685,75 por onça troy no momento da escrita, subindo 0,04%.

Anteriormente negociadas na alta da sessão a US$ por onça troy. O Ouro estava propenso a encontrar apoio em US$ 2.608,70 e resistência em US$ 2.694,90.

O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou perdas 0,09% para negociação a US$ 100,54.

Em outra parte da Comex, A Prata para entrega em Dezembro registrou ganhos 0,63% para negociação a US$ 32,22 por onça troy enquanto O Cobre para entrega em Dezembro registrou ganhos 0,39% para negociação a US$ 4,50 por libra-peso.

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Ouro atinge novo recorde e depois recua ligeiramente.Segundo analistas do Banca March, o ouro está a negociar em máximos...
24/09/2024

Ouro atinge novo recorde e depois recua ligeiramente.

Segundo analistas do Banca March, o ouro está a negociar em máximos históricos apoiado pelo início da redução das taxas de juro nos Estados Unidos e pela continuidade das compras deste metal pelos bancos centrais.

O preço do ouro, um dos ativos refúgio em momentos de incerteza, atingiu, nesta segunda-feira, um novo recorde, perto dos 2.635 dólares por onça, continuando a sua escalada, impulsionado pela descida das taxas de juro.

Às 15:29 (hora de Lisboa), o ouro fixou um novo máximo nos 2.634,9 dólares (cerca de 2.360,1 euros) por onça, segundo dados da Blooomberg.

À hora do encerramento dos mercados europeus, registava uma subida de 0,3% e valia 2.630 dólares por onça, já abaixo do novo máximo.

Desde o início do ano, o ouro registou uma valorização de mais de 27%.

Segundo analistas do Banca March, citados pela agência EFE, o ouro está a negociar em máximos históricos apoiado pelo início da redução das taxas de juro nos Estados Unidos e pela continuidade das compras deste metal pelos bancos centrais.

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Sismos podem facilitar a formação de pepitas de ouro.Um estudo australiano sugere que os terremotos podem ser cruciais n...
23/09/2024

Sismos podem facilitar a formação de pepitas de ouro.

Um estudo australiano sugere que os terremotos podem ser cruciais na formação de grandes pepitas de ouro através das propriedades eletroquímicas do quartzo. Saiba mais sobre esta investigação aqui!

De acordo com um estudo da Universidade Monash, na Austrália, e publicado na revista Nature Geoscience, os sismos podem estar por detrás da formação de pepitas de ouro.

A explicação mais comum para a formação de pepitas de ouro, que são encontradas frequentemente dentro de veios de quartzo no solo, é a de que o ouro se deposita em ranhuras na crosta terrestre conforme os fluidos quentes e ricos em água passam por elas.

“À medida que esses fluidos arrefecer ou sofrem alterações químicas, o ouro separa-se e f**a preso em veios de quartzo. Embora essa teoria seja amplamente aceite, ela não explica completamente a formação de grandes pepitas de ouro, especialmente considerando que a concentração de ouro nesses fluidos é extremamente baixa.”

Chris Voisey, autor principal do estudo.

Em laboratório, os cientistas simularam terremotos e decidiram testar a capacidade que o quartzo tem em transformar energia mecânica em eletricidade e, descobriram que, sob stress, o quartzo deposita ouro eletro quimicamente, e as nanopartículas de ouro unem-se a grãos já existentes, formando grandes aglomerados.

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Ouro sobe para novos máximos históricosO ouro está a revalidar os máximos desde a semana anterior, quando o Banco Centra...
21/09/2024

Ouro sobe para novos máximos históricos

O ouro está a revalidar os máximos desde a semana anterior, quando o Banco Central Europeu (BCE) decidiu baixar as taxas de juro em um quarto de ponto.

O preço do ouro alcançou esta sexta-feira novos máximos históricos, perto de 2.610 dólares por onça, na sequência da decisão do Reserva Federal dos EUA (Fed) de cortar as taxas de juros em meio ponto percentual.
De acordo com dados da Bloomberg, noticiados pela EFE, pouco depois das 08:00 em Lisboa, o metal precioso chegou a 2.609,74 dólares, após subir 0,85%.

Às 10:40, a onça de ouro estava a ser negociada a 2.606,71 dólares.

Desta forma, o ouro superou o último recorde, de 2.600,16 dólares, que registou na passada quarta-feira, meia hora depois de terem sido anunciadas as decisões de política monetária da Fed.

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Ouro volta a bater máximos históricosAcompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados desta sexta-feira.Os pre...
20/09/2024

Ouro volta a bater máximos históricos
Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados desta sexta-feira.

Os preços do ouro voltaram a subir e estão mesmo a negociar, a esta hora, em níveis recorde: sobem 0,85% para 2.608,66 dólares por onça. É a terceira vez esta semana que o ouro atinge máximos históricos.

Os investidores seguem animados com o corte de 50 pontos base nas taxas de juro pela Reserva Federal dos EUA, anunciado na passada quarta-feira, o que tem feito o dólar negociar em baixa e, em sentido inverso, o ouro em alta - isto porque o metal f**a mais barato para compradores estrangeiros.

Embora o corte tenha sido visto por alguns como "agressivo", o presidente da Fed, Jerome Powell, afirmou que a decisão visava manter o mercado de trabalho dos EUA resiliente e evitar futuras contrações económicas.

Noutros metais preciosos, a prata salta 1,37% para 31,21 dólares. Já a platina ganha quase 0,3% e o paládio 0,8%, para 990 e 1.091 dólares, respetivamente.

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Ouro atinge máximos históricos e bancos centrais reforçam reservas. Quais os que mais compraram em 2024?O preço do ouro ...
19/09/2024

Ouro atinge máximos históricos e bancos centrais reforçam reservas. Quais os que mais compraram em 2024?

O preço do ouro estabeleceu um novo recorde na segunda-feira, ao atingir os 2.589,67 dólares por onça. Este marco surge num contexto de antecipação face à reunião da Reserva Federal dos EUA, que poderá resultar numa redução da taxa de juro em 25 ou até 50 pontos-base. A expectativa de uma política monetária mais flexível e a fraqueza do dólar americano têm impulsionado o preço do metal precioso, que continua a surpreender analistas, muitos dos quais preveem novos recordes até ao final do ano.

Este aumento nos preços do ouro foi também sustentado pelas aquisições de bancos centrais desde o início do ano. Um relatório recente da BestBrokers revelou alterações signif**ativas nas reservas de ouro de várias nações, com destaque para os países que mais compraram e venderam este recurso no primeiro semestre de 2024.

De acordo com o relatório, a Turquia lidera as compras de ouro, tendo adquirido mais de 44,7 toneladas desde o início do ano. A Índia acrescentou cerca de 37,2 toneladas às suas reservas, enquanto a China comprou mais de 28,9 toneladas.

adicionou 28,93 toneladas à sua já considerável reserva de 2.264,32 toneladas.

Os EUA continuam a ser o país com a maior reserva de ouro do mundo, com 8.133,46 toneladas. A Alemanha ocupa o segundo lugar com 3.351,53 toneladas, seguida por Itália, França, Rússia e China, todos com mais de 2.000 toneladas.

O banco central das Filipinas foi o maior vendedor de ouro nos primeiros seis meses de 2024, alienando aproximadamente 24,95 toneladas, o que corresponde a 15,7% das suas reservas totais. A Mongólia registou a maior queda percentual nas suas reservas, com a venda de 1,33 toneladas, ou 22% das suas posses.

Em termos de reservas de ouro per capita, a Suíça lidera o ranking mundial, com 115,79 gramas de ouro por cidadão (3,72 onças troy), o equivalente a 37 moedas de ouro por pessoa. O Líbano segue-se com 52,25 gramas ou 17 moedas de ouro por cidadão, enquanto Itália e Alemanha têm cerca de 13 moedas por habitante.

Ouro ainda alcança novo máximo histórico mas já recua com retirada de mais-valias.Europa fecha em alta. Investidores agu...
20/08/2024

Ouro ainda alcança novo máximo histórico mas já recua com retirada de mais-valias.

Europa fecha em alta. Investidores aguardam por dados da inflação
Os principais índices europeus fecharam em alta esta segunda-feira, com o otimismo a prevalecer nos mercados, seguindo a tendência de valorização de Wall Street, depois de os mais recentes dados económicos terem afastado o cenário de uma possível recessão nos EUA, abrindo caminho para cortes das taxas de juro.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx 600, ganhou 0,61% para 514,59 pontos. Todos os setores do Stoxx encerraram no verde, com destaque para as ações da mineração e retalho. O índice já recuperou de todas as perdas verif**adas no início de agosto, quando os receios dos investidores causaram um "sell off" global.

A nível nacional, o alemão DAX subiu 0,54%, enquanto o francês CAC ganhou 0,70% e o britânico FTSE aumentou 0,55%. Ainda entre os principais índices, o AEX neerlandês acelerou 0,35%, o italiano FTSE MIB ganhou 0,68% e o IBEX espanhol subiu 1,40% - a maior valorização a nível europeu.

Os investidores aguardam os dados da inflação da Zona Euro de julho, a publicar na terça-feira, para verif**arem se os aumentos de preços homólogos se mantêm perto do alvo do BCE de 2%. A leitura será essencial para perceber se a entidade monetária dará seguimento ao corte inicial de juros, animando as perspetivas dos investidores.

Na atualidade empresarial, a Rheinmetall recuperou das perdas de cerca de 5% que chegou a registar durante a sessão, acabando por desvalorizar 1,96% depois das notícias de que a Alemanha poderia reduzir o apoio militar à Ucrânia, o que acabou também por contagiar o setor da defesa.

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Ouro pela primeira vez acima dos 2.500 dólares.O ouro alcançou esta sexta-feira novos máximos históricos, com a valoriza...
17/08/2024

Ouro pela primeira vez acima dos 2.500 dólares.

O ouro alcançou esta sexta-feira novos máximos históricos, com a valorização de quase 2% a ser fomentada por expectativas de que a Reserva Federal está cada vez mais perto de cortar juros, com uma crescente expectativa de que tal possa acontecer já na reunião de setembro.

O metal amarelo chegou a pular 1,77% para 2.500,16 dólares por onça, ultrapassando o anterior recorde registado em julho nos 2.483,73 dólares. Segue agora a somar 1,23% para 2.486,96 dólares por onça.

Apesar de as perspetivas dos analistas ouvidos pela Reuters considerarem que o patamar psicológico do metal precioso, os 2.500 dólares por onça, seria mais difícil de quebrar, dado existir necessidade de um novo catalisador, tal acabou por acontecer ainda esta sexta-feira. O alemão Commerzbank, que foi mais otimista, elevou as suas previsões e espera que o metal termine o ano nos 2.500 dólares, devido a "sinais claros de cortes signif**ativos" nas taxas de juro por parte da Fed.

A impulsionar o ouro está um alívio das "yields" da dívida norte-americana, com a maturidade a dez anos, de referência, a aliviar 2,3 pontos base para 3,89%. Também o índice do dólar da Bloomberg - que mede a força da moeda norte-americana face a 10 divisas rivais - recua 0,28% para 102,688 pontos.

Apesar das expectativas de um corte das taxas diretoras mais "agressivo", de 50 pontos base ou mais, terem abrandado, os investidores ainda perspetivam um corte de 25 pontos base. Uma flexibilização da política monetária seria positiva para o ouro, que não remunera juros.

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Ouro tem ganhos limitados após dados fortes dos EUA.Os preços dos contratos futuros do ouro encerraram o dia em alta, po...
16/08/2024

Ouro tem ganhos limitados após dados fortes dos EUA.

Os preços dos contratos futuros do ouro encerraram o dia em alta, porém com menos força do que os ganhos registrados pela manhã, após dados positivos da economia americana afastarem os temores de recessão.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para agosto avançou 0,50%, a US$ 2.492,40 por onça-troy.

Mais cedo, os Estados Unidos divulgaram que as vendas no varejo subiram 1,0% em julho ante o mês anterior, bem acima da previsão de alta de 0,3% de economistas consultados pelo "The Wall Street Journal". Ao mesmo tempo, dados também mostraram que os pedidos de seguro-desemprego f**aram em 227 mil na semana passada, abaixo dos 235 mil esperados pelos analistas.

Os números mostram que a economia dos EUA segue resiliente, o que afasta os temores de recessão que assolaram recentemente o mercado e impulsionaram o ouro em meio a busca por segurança.

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Mais de 90% de ouro brasileiro importado pela Europa tem origem em áreas com risco de ilegalidade, diz estudo.Mais de 90...
14/08/2024

Mais de 90% de ouro brasileiro importado pela Europa tem origem em áreas com risco de ilegalidade, diz estudo.

Mais de 90% do ouro brasileiro importado por países europeus no ano passado teve origem em áreas com alto risco de ilegalidade, segundo estudo do Instituto Escolhas, com base em dados oficiais do governo brasileiro, divulgado nesta terça-feira (13).

O estudo “Europe’s Risky Gold” revela que 94% do minério brasileiro comprado pela União Europeia teve como origem os Estados do Pará e do Amazonas, localidades onde predomina a produção de ouro a partir de lavras garimpeiras, e São Paulo, estado não produtor de ouro, mas que escoa o metal retirado das áreas de garimpo ilegal.

Nos últimos anos, investigações e fiscalizações de órgãos estatais apontam a lavra garimpeira como a principal forma de extração e comercialização ilegal do minério no Brasil. Nessas localidades, conforme mostraram investigações, é recorrente haver esse tipo de exploração sem autorização legal ou em área superior à permitida, assim como extração de áreas de conservação e de terras indígenas.

Da aproximadamente 1,7 tonelada de ouro importada do Brasil pela Europa no ano passado, 1,5 tonelada saiu de áreas de alto risco de ilegalidade. Em valores, segundo o estudo, 93 milhões de dólares dos 99 milhões de dólares negociados com países europeus saiu dessas áreas de risco.

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Colapso de mina de ouro após chuvas torrenciais causa 15 mortos no SudãoOcolapso de seis poços simultaneamente sobre os ...
13/08/2024

Colapso de mina de ouro após chuvas torrenciais causa 15 mortos no Sudão

Ocolapso de seis poços simultaneamente sobre os mineiros na zona de Al Bouta provocou a morte de 15 mineiros, a maioria dos quais da localidade de Gran Buram", informaram, em comunicado, os comités de resistência uma rede informal de cidadãos que realiza contagem de vítimas da guerra entre o exército e os paramilitares.

De acordo com a nota, as chuvas torrenciais inundaram, no sábado, a zona da Al Bouta, situada a oeste da mina Agbash, considerada uma das minas de ouro mais famosas da localidade de Al Radom.

Os comités alertaram que as fortes chuvas dificultaram os trabalhos de resgate dos voluntários, que registaram dificuldades na retirada dos corpos dos poços inundados de água.

Também informaram que as operações de extração de ouro nas minas de Al Radom não pararam, apesar do risco de colapso dos poços durante a época das chuvas.

A zona de Agbash é considerada uma das zonas mineiras mais destacadas do estado do Darfur do Sul, que inclui empresas mineiras como a Al Junaid Company, propriedade do grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido, referem na nota.

O gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) informou na quinta-feira que as inundações em 11 dos 18 estados do Sudão obrigaram à deslocação de mais de 21.370 pessoas em todo o país.

O Sudão é afetado todos os anos pela temporada das chuvas, que se estende durante quase quatro meses, desde julho, e que causa estragos na população e na frágil infraestrutura do país, que enfrenta guerras há décadas.

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