Ourivesaria Alfena

Ourivesaria Alfena É uma ourivesaria que privilegia a nossa herança cultural com a contemporaneidade das novas peças, resultado da colaboração com muitos novos designers.

Adelino António Rebelo e seu pai iniciaram, em 1918, a comercialização do ouro na feira de Cabeceiras de Basto, dando assim seguimento a uma longa tradição familiar de fabrico dos mais artísticos objetos de ouro na freguesia de Travassos. No final da década de 70 do século passado, Adelino António Rebelo entregou a ourivesaria ao seu descendente, Francisco de Carvalho e Sousa, que criou a empresa

ALFENA - Ourivesaria de Travassos, Ldª. A relação familiar com o ouro remonta, pelo menos, ao século XVIII, e foi mantida de forma continuada desde então. O espaço original - a Casa de Alfena (que aloja nas oficinas contíguas o Museu do Ouro) - ganhou nome a partir da alcunha do trisavô do atual proprietário, José da Silva, um abastado e influente comerciante conhecido como "O Alfena". O negócio prosseguiu nas mãos do seu genro, Francisco António de Carvalho, o grande responsável pela expansão do negócio familiar no século XIX que, com seu filho, José Joaquim de Carvalho, criou a empresa "Carvalho & Filho". O lema original desta empresa familiar manteve-se inalterado ao longo de todo este tempo - qualidade de serviço. A Ourivesaria Alfena e a família agradecem a continuada confiança de todos os que procuram os nossos serviços e esperam corresponder às expectativas criadas por novas exigências.

14/03/2026
14/03/2026

O Ouro (Au) é o metal de cor amarela brilhante denso, de todos conhecido. Ocorre na Natureza, no estado livre (não combinado), como uma das milhares de espécies minerais.

Altamente dúctil e maleável, não oxida e é um excelente condutor de eletricidade. Bastante raro na crosta terrestre, a sua abundância média está estimada em cerca de 0,003 ppm (partes por milhão) da respectiva massa, o que corresponde a 0,0000003%, ou seja, por cada tonelada de rocha da crosta terrestre, existe, em média, cerca de 3 miligramas de ouro.

É usado nas artes decorativas, principalmente em ourivesaria e joalharia, num sem fim de objectos, e na indústria eletrónica, tendo ainda, em algumas geografias, alguma presença, feito época em odontologia. E como investimento em barras e moedas e demais produtos financeiros associados às transações do metal em bolsa.

Sempre foi considerado uma reserva segura, em tempos de crise económica e o seu preço flutua em função das crises políticas mundiais.

Foi um dos primeiros metais trabalhados pela humanidade, usado como padrão monetário (Padrão Ouro) durante séculos e outrora com valor fiduciário com a emissão de moeda intimamente relacionada com o seu valor em ouro (recordemo-nos das notas antigas que diziam “cinquenta escudos ouro”, e com grande importância em diversas culturas, como símbolo de riqueza e poder.

Raramente usado no seu estado refinado puro, conhecido como ouro de 999,9 ‰, este metal, dito nobre ou precioso, conhecido dos antigos sistemas monetários, nas alianças de casamento e em muitas jóias, é na verdade uma liga deste metal onde existe uma porção variável de outros metais, com destaque para o cobre e a prata e, por vezes, paládio, cobalto e zinco.

“Ouro de lei” é uma expressão usada em Portugal para se referir a um conjunto de ligas de ouro cuja pureza é estipulada por lei. Além de ligas de mais baixo teor, a habitual na joalharia é a liga que contém, no mínimo, 750‰ de ouro, que se diz “ouro de 18 quilates”.

Em Portugal, a tradição é a liga com 800‰ de ouro, ou seja, “ouro de19,2 quilates”. Para que fique claro, o quilate usado nas descrições da pureza das ligas de ouro é, na origem, o mesmo que, desde 1907, foi patronizado para o peso das pedras preciosas no então designado Sistema Métrico, com a sigla “ct”, do francês “carat,” equivalente a 200 mg (a unidade em si é mais antiga e remonta ao uso das sementes de alfarrobeira cujo peso era muito próximo do actual valor padrão).

A relação com as ligas de ouro começou quando, no início do século IV d.C., por volta do ano de 312, o imperador Constantino, o Grande (272-337 d.C.) mandou cunhar o solidus, moeda em ouro fino, que pesava 24 sementes de alfarroba, ou seja, 24 quilates (cerca de4.5 g), surgindo aqui a expressão “ouro de 24 quilates” para o ouro puro e todas as outras facilmente estabelecidas em proporção.

O solidus tornou-se a principal moeda de referência no comércio e no sistema monetário romano e bizantino e foi amplamente aceite além das fronteiras do Império: As palavras soldado e soldo (pagamento) derivam do uso do “solidus” como pagamento entre os militares.

Nas ligas de ouro usadas em ourivesaria e joalharia, os outros metais são, geralmente, cobre, para dar cor mais avermelhada e dureza, prata, para ajustar a cor mais para os esverdeados e a maleabilidade, e, por vezes, pequenas quantidades de paládio, no chamado ouro branco, brancura que também pode ser conseguida, submetendo a peça sem paládio (que é caro) a um banho de ródio, outro metal do grupo da platina.

Embora o ouro fosse conhecido e usado pelos nossos avós pré-históricos, foi só no início do século XIX que passou a ser tratado como elemento químico no sentido moderno. Sempre reconhecido como substância única, só passou a ser considerado elemento químico com a consolidação da teoria atómica, em 1803, principalmente com os trabalhos do inglês John Dalton (1766-1844).

Cerca de uma década depois, o químico sueco Jöns Jakob Berzelius (1779-1848), o primeiro cientista a organizar os elementos químicos de forma sistemática, introduziu a maioria dos símbolos químicos. inclusive o ouro, com o símbolo Au (do latim “aurum”, com o mesmo significado).

Cerca de meio século mais tarde, em 1869, o ouro apareceu como elemento nº 79, na Tabela Periódica de Dmitri Mendeleev (1834-1909),

António Galopim de Carvalho

Simone de Macedo e Oliveira, (nascida em 11 de fevereiro de 1938) mais conhecida como Simone de Oliveira, faz hoje 88 an...
11/02/2026

Simone de Macedo e Oliveira, (nascida em 11 de fevereiro de 1938) mais conhecida como Simone de Oliveira, faz hoje 88 anos.

19/06/2025
17/06/2025

Uma casa solarenga do início século XVIII com o conforto dos dias de hoje e um carinho muito especial

Endereço

Rua Maria Da Fonte, 26
Póvoa De Lanhoso
4830-548

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 10:00 - 13:00

Telefone

+351253631021

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