Ainda menino costumava brincar nos ateliers dos meus tios, também grandes joalheiros. E foi brincando entre as ferramentas, metais e pedras preciosas que meu encanto virou ofício. Comecei a me aprofundar nas técnicas aos 15 anos de idade quando fui estudar no atelier California 120, e desde então não parei de produzir. Trabalhei com mestres conceituados como Michael Striemer e Susana Maiani, que me ajudaram muito a aprimorar meu olhar crítico e artistico sobre o mundo da joalheria. Com Tais Francelli e Marilia Fontana do atelier Prata da Mata, assim como com Laura Cunha, fui responsável pela coordenação e produção de peças exclusivas. Em meio a toda essa efervecência, a escola de publicidade e propaganda me deu a estrutura técnica das artes, do design e do mercado, e o impulso para me lancar em um trabalho mais autoral. Hoje busco com a marca Gabriel Amaral, desenvolver um olhar mais intimista ligado aos signos urbanos e a natureza, tendo no minimalismo e no artesanal uma forte inspiração.